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Colegiado de Devas da CGTA: história, formação e finalidade

História Diversa

Publicado em 19/09/2026 às 17:26 por Barros Apresentação

O Colegiado de Devas da Coordenação Geral dos Templos do Amanhecer – CGTA constitui um espaço de integração, estudo, orientação, organização e cooperação entre os Filhos de Devas, voltado especialmente às matérias relacionadas ao Castelo dos Devas e às diferentes atribuições desempenhadas pelos Devas nos Templos do Amanhecer.

Sua atuação deve ser compreendida dentro de um princípio essencial: servir .

Mais do que constituir uma estrutura de decisão isolada, o Colegiado possibilita reunir experiências, conhecimentos e necessidades provenientes das diferentes regiões do país, permitindo a construção de entendimentos comuns e a progressiva padronização da linguagem e dos procedimentos relacionados ao trabalho dos Devas em âmbito nacional.

Esse trabalho se desenvolve de maneira harmônica e integrada com o Conselho de Arcanos da CGTA, os Presidentes dos Templos, os Coordenadores Regionais da CGTA, os Devas Coordenadores Regionais, os Devas dos templos e as demais estruturas envolvidas nos trabalhos doutrinários e ritualísticos.

1. Instituição formal do Colegiado de Devas

Um importante documento original preservado no acervo da CGTA permite estabelecer com segurança o marco de criação institucional do Colegiado.

O Colegiado de Devas da CGTA foi formalmente criado em 10 de janeiro de 2020.

O ato foi expedido pela Coordenação Geral dos Templos do Amanhecer, tendo como signatário principal o então Presidente da CGTA e Coordenador Geral dos Templos do Amanhecer, Mestre Wilson Alves Pereira – Adjunto Olaran.

O documento também contém a assinatura de Mestre Elizan Roriz – Adjunto Opedário, então Diretor Secretário da CGTA.

O texto determina expressamente a criação do Colegiado de Devas e estabelece que essa estrutura seria responsável pelos assuntos relacionados aos Filhos de Devas e ao Castelo dos Devas, mencionando, entre seus campos de atuação, os Devas Comandantes de Rituais, a administração do Cadastro Geral, o acervo, as Falanges Missionárias, emissões e cantos, entre outros.

Portanto, 10 de janeiro de 2020 deve ser considerada, à luz da documentação atualmente localizada, a data oficial de instituição do Colegiado de Devas da CGTA.

2. Formação inicial

O mesmo ato de criação estabeleceu como deveria ocorrer a primeira organização do Colegiado.

A responsabilidade pela sua coordenação e pela constituição inicial foi confiada ao Adjunto Eganaro – Mestre Francisco Romeiro.

O documento determina que ele seria responsável pela formação do Colegiado de Devas. Depois de concluída essa formação inicial, a inclusão de novos integrantes deixaria de ser uma decisão individual do coordenador e passaria a caber ao próprio Colegiado.

Essa disposição é especialmente significativa porque demonstra que, desde sua origem, buscou-se estabelecer uma característica propriamente colegiada. O coordenador organizaria a formação inicial, mas a continuidade e ampliação do grupo deveriam ocorrer mediante participação do próprio Colegiado.

Marco histórico

Data Acontecimento

10/01/2020 Criação formal do Colegiado de Devas pela Coordenação Geral dos Templos do Amanhecer

10/01/2020 Adjunto Eganaro – Mestre Francisco Romeiro recebe a responsabilidade pela coordenação e formação inicial

Após a formação inicial A inclusão de novos membros passa a caber ao próprio Colegiado

2021 Documentos públicos já demonstram atuação de estrutura colegiada dos Filhos de Devas em orientações destinadas aos Castelos dos Devas e às estruturas regionais

3. Relação com o Conselho de Arcanos da CGTA

O ato de 10 de janeiro de 2020 determina que, independentemente de quem exerça a função de Coordenador do Colegiado de Devas, essa instância estará subordinada ao Conselho de Arcanos.

Esse dispositivo ajuda a compreender a arquitetura institucional pretendida para o Colegiado. Ele não foi constituído como estrutura concorrente ao Conselho de Arcanos, nem como instância destinada a substituir suas atribuições. Ao contrário, estabelece-se uma relação de integração institucional, na qual os conhecimentos específicos e a experiência dos Filhos de Devas podem subsidiar estudos, orientações e soluções, permanecendo preservada a posição institucional do Conselho de Arcanos.

Na prática, essa relação permite que matérias específicas do universo dos Devas sejam estudadas por mestres que vivenciam diretamente essas atividades, enquanto questões que necessitem apreciação superior possam ser encaminhadas ao Conselho de Arcanos.

4. Uma estrutura de serviço, integração e consulta

Nos materiais de formação dos Devas aparece reiteradamente uma ideia particularmente importante: o trabalho do Devas é servir. Essa concepção ajuda a definir também a maneira adequada de compreender o Colegiado, cujo propósito não deve ser reduzido à emissão de determinações. Há uma dimensão muito maior de:

estudo e preservação do conhecimento;

consulta e orientação;

formação e integração regional;

apoio aos templos e troca de experiências;

construção de entendimentos comuns;

prevenção de divergências procedimentais;

organização das informações e apoio aos rituais;

preservação da memória;

aperfeiçoamento permanente do trabalho dos Filhos de Devas.

A atividade colegiada ganha importância especialmente quando permite que uma experiência bem-sucedida de determinada região seja conhecida pelas demais, e que dificuldades semelhantes não precisem ser resolvidas isoladamente em cada templo.

5. Unidade nacional sem desconsiderar as realidades regionais

Um dos grandes desafios naturais de uma organização presente em diferentes regiões é preservar uma linguagem comum sem ignorar as particularidades locais. Nesse aspecto, o Colegiado exerce importante papel de integração nacional dos Devas.

Padronizar não significa simplesmente impor. Significa identificar os fundamentos comuns, preservar aquilo que deve ser uniforme e construir referências suficientemente claras para que os Devas, independentemente do templo ou da região em que estejam trabalhando, possam reconhecer os mesmos procedimentos essenciais — evitando que uma mesma orientação adquira interpretações completamente diferentes de uma região para outra.

Essa unidade favorece especialmente emissões, registros, consagrações, procedimentos do Castelo dos Devas, preparação de rituais, organização documental, terminologia, cantos, formação dos Devas e circulação de informações entre templos e regiões.

6. O Colegiado e os Presidentes dos Templos

O Colegiado não deve ser compreendido como estrutura destinada a substituir ou competir com o Adjunto Presidente do Templo. O Presidente conhece sua comunidade, seu corpo mediúnico e as condições particulares de funcionamento de seu templo. Os Devas, por sua vez, oferecem conhecimento especializado relacionado às atribuições do Castelo dos Devas, aos registros, emissões, consagrações e procedimentos ritualísticos que lhes competem.

Consequentemente, uma relação saudável pressupõe cooperação e confiança. Isso aparece de maneira concreta nos critérios para a formação de novos Filhos de Devas: a indicação parte do Presidente do Templo e segue por uma construção institucional que envolve conhecimento e parecer da estrutura regional dos Devas e anuência do Conselho de Arcanos. Não se trata, portanto, de retirar do Presidente sua participação — pelo contrário, ele integra o processo.

7. Os Devas Coordenadores Regionais

À medida que a organização se expande territorialmente, torna-se necessário criar canais capazes de aproximar o Colegiado da realidade cotidiana dos templos. Nesse contexto, ganha relevância a atuação dos Devas Coordenadores Regionais, cuja função pode ser compreendida sobretudo como uma ponte de comunicação e integração, nos dois sentidos: do Colegiado até os templos, e dos templos até o Colegiado.

Assim, necessidades, dúvidas, experiências e situações específicas encontradas pelos Devas nos templos podem chegar ao conhecimento do Colegiado, e estudos, orientações e referências construídos coletivamente podem alcançar os templos por meio de uma estrutura organizada.

8. Relação com os Coordenadores Regionais da CGTA

O Deva Coordenador Regional e o Coordenador Regional da CGTA não devem ser confundidos. São atribuições distintas, mas naturalmente complementares: enquanto o Deva Coordenador Regional concentra sua atuação nas matérias específicas relacionadas aos Devas e ao Castelo dos Devas, o Coordenador Regional da CGTA possui uma visão mais ampla das necessidades dos templos e da organização regional.

A aproximação entre essas duas estruturas permite que questões ritualísticas, administrativas e organizacionais sejam tratadas com conhecimento da realidade local — um modelo de cooperação, não de sobreposição.

9. O Devas no templo

A integração nacional somente produz resultados quando chega ao Devas que trabalha diariamente em seu templo. É ali que grande parte do conhecimento deixa de ser apenas documentação e se transforma em serviço.

O Devas acompanha diferentes momentos da trajetória do médium, trabalha com registros, documentação, emissões e procedimentos relacionados às consagrações e aos rituais. Por essa razão, os materiais de formação enfatizam não apenas conhecimento técnico, mas também organização, responsabilidade, discrição, disciplina, respeito à hierarquia, capacidade administrativa e relacionamento harmônico. O Devas frequentemente tem contato com informações doutrinárias e pessoais que exigem responsabilidade — sua formação, portanto, é também uma preparação para servir adequadamente ao mestrado.

10. Formação dos Filhos de Devas

O documento "Critérios para Consagração de Filhos de Devas", da CGTA, estabelece parâmetros importantes para a formação: ser Centurião e possuir idade mínima de 18 anos; possuir facilidade de escrita; demonstrar aptidão para atividades burocráticas e organizacionais; conhecer e respeitar as práticas do Castelo dos Devas; apresentar responsabilidade, disciplina e respeito; e possuir experiência acompanhando os trabalhos.

O documento prevê, como referência, período mínimo de três anos acompanhando os trabalhos do Castelo dos Devas, sob supervisão de Devas consagrado ou Devas Regional, além de aptidão para trabalhar com emissões. Situações especiais podem ser objeto de avaliação conjunta envolvendo Devas Regionais, Colegiado de Devas e Conselho de Arcanos da CGTA — o que demonstra, mais uma vez, a natureza integrada da estrutura.

11. O Curso de Devas

O Curso de Devas ocupa posição importante nesse processo, mas os documentos fazem uma distinção essencial: participar do Curso de Devas não significa automaticamente tornar-se apto à consagração como Filho de Devas.

O curso é instrumento de aprendizado, capacitação, atualização e padronização. A formação de um Devas exige também experiência prática, acompanhamento, conduta adequada e atendimento aos demais critérios estabelecidos — o que evita transformar o curso em simples mecanismo de obtenção de uma classificação. Seu objetivo maior é preparar.

12. Emissões

Entre os assuntos mais recorrentes na documentação estudada estão as emissões, compreensível porque atravessam grande número de atividades e consagrações da Doutrina. Os materiais dos Devas demonstram preocupação com sua correta composição, atualização e utilização.

Nesse campo, o Colegiado possui função especialmente importante de estudo, esclarecimento, uniformização e preservação. A existência de uma referência nacional diminui a possibilidade de que alterações locais, reproduções sucessivas ou interpretações divergentes acabem criando versões incompatíveis entre diferentes regiões.

13. Falanges Missionárias, cantos e outras matérias

O próprio ato fundador menciona expressamente, entre os assuntos relacionados ao Colegiado, as Falanges Missionárias, emissões e cantos. Há evidência pública posterior dessa atuação: em documento datado de 3 de setembro de 2021, uma orientação relacionada aos prefixos das Falanges Missionárias determina comunicação aos Castelos dos Devas, Primeiras e Ninfas Regentes, Coordenadores Regionais e Adjuntos Presidentes.

Esse documento demonstra, já em 2021, uma preocupação com a circulação da informação por diferentes níveis da estrutura doutrinária, reforçando que a finalidade prática não é manter conhecimento concentrado no Colegiado, mas permitir que uma orientação comum alcance aqueles que efetivamente necessitam dela.

14. Cadastro Geral, acervo e preservação da memória

O ato de criação de 2020 também menciona explicitamente a administração do Cadastro Geral e o acervo entre os assuntos relacionados ao Colegiado, determinando ao Adjunto Anoro o compartilhamento do banco de dados do Cadastro Geral – CAGEDI junto ao sistema SiME.

Esse registro é historicamente importante: demonstra que, desde a criação do Colegiado, havia preocupação não somente com questões ritualísticas, mas também com a organização e integração das informações dos Devas — campo que ganhou ainda maior importância com a evolução tecnológica dos cadastros e sistemas utilizados posteriormente pela instituição.

15. Segurança institucional das orientações

O documento fundador estabeleceu uma regra relevante para orientações destinadas aos templos: as orientações relacionadas aos Filhos de Devas e ao Castelo dos Devas deveriam ser assinadas pelo Coordenador do Colegiado de Devas e por mais um membro.

Essa disposição reduz a personalização das decisões: a orientação deixa de representar exclusivamente a manifestação de um coordenador e passa a exigir participação adicional do próprio Colegiado — mecanismo simples, mas coerente com a própria natureza de uma organização colegiada.

16. Formação e ingresso de novos membros

O ato fundador estabelece que o Adjunto Eganaro – Mestre Francisco Romeiro recebeu a responsabilidade pela formação inicial do Colegiado. Concluída essa primeira etapa, a inclusão de novos membros passou a ser decidida pelo próprio Colegiado.

Fase Forma de composição

Criação — janeiro de 2020 Coordenação e formação inicial confiadas ao Adjunto Eganaro – Mestre Francisco Romeiro

Após a formação inicial Inclusão de novos membros decidida pelo Colegiado

17. Composição e representatividade

O Colegiado reúne Filhos de Devas com diferentes experiências, origens regionais e campos de atuação — diversidade particularmente valiosa. Um Devas que atua intensamente em emissões pode contribuir com experiência diferente daquele que trabalha predominantemente com consagrações, registros, organização de rituais, Falanges Missionárias ou formação.

Da mesma maneira, regiões com estruturas maiores podem compartilhar soluções com regiões em formação, enquanto dificuldades enfrentadas por templos menores podem revelar necessidades que não seriam percebidas por uma estrutura exclusivamente central. O valor do Colegiado está justamente em transformar essas experiências individuais e regionais em conhecimento compartilhado.

18. Comissões e grupos de trabalho

Documentos internos relacionados à organização do Colegiado e ao desenvolvimento do Harpasios descrevem áreas ou comissões de trabalho envolvendo temas como SiMe e sistemas mediúnicos, secretaria, escalas, logística, comunicação e informações oficiais, estudos e instruções ritualísticas, estudos sobre emissões, apoio às Primeiras de Falange, Curso de Devas, tesouraria, coordenação regional e integração — desdobramentos organizacionais encontrados na documentação mais recente, que acompanham a evolução do trabalho do Colegiado.

19. O que o Colegiado não deve representar

O Colegiado não deve funcionar como estrutura de disputa de autoridade com os Presidentes dos Templos. Também não deve substituir os Coordenadores Regionais da CGTA, tampouco transformar o Deva Coordenador Regional em fiscal dos templos. Não deve, igualmente, substituir o Conselho de Arcanos nas atribuições que lhe são próprias.

Sua força institucional está justamente na capacidade de reunir conhecimento especializado, ouvir, estudar, orientar, integrar e construir referências comuns. A autoridade de uma orientação colegiada é fortalecida quando nasce da experiência compartilhada e do diálogo institucional.

20. Uma via permanente de diálogo

O funcionamento desejável dessa integração pode ser representado da seguinte maneira:

Conselho de Arcanos da CGTA ↕ Colegiado de Devas ↕ Devas Coordenadores Regionais ↔ Coordenadores Regionais da CGTA ↕ Presidentes dos Templos ↔ Devas dos Templos ↕ Mestrado

Esse desenho não pretende estabelecer uma nova escala hierárquica — representa canais de comunicação e cooperação. Uma necessidade pode nascer no templo, ser estudada regionalmente e chegar ao Colegiado, que pode comparar aquela realidade com experiências de outras regiões. Quando a matéria exigir apreciação superior, poderá ser levada ao Conselho de Arcanos. Depois de consolidado determinado entendimento, a informação pode percorrer novamente a estrutura até chegar aos Devas que efetivamente executarão o trabalho.

21. Padronização nacional

Talvez uma das maiores contribuições que o Colegiado possa oferecer seja a construção de uma linguagem nacional dos Devas. Isso não significa eliminar tradições regionais legítimas — significa buscar uniformidade naquilo que precisa ser uniforme, para que um Devas de qualquer região, ao se referir a determinado procedimento, seja compreendido da mesma forma pelos demais.

Essa unidade facilita a formação de novos Devas, o intercâmbio entre regiões, a realização de grandes rituais, a emissão e conferência de documentos, a atualização cadastral, a solução de dúvidas, a preservação do acervo e a transmissão do conhecimento às novas gerações. A padronização deixa, assim, de ser mero exercício administrativo e passa a constituir mecanismo de preservação da memória e continuidade institucional.

22. Informação antes da deliberação

Um princípio que caracteriza adequadamente a atuação contemporânea do Colegiado é informar, estudar, integrar e orientar antes de deliberar. Grande parte das necessidades dos templos não exige criação de novas regras — muitas vezes o que falta é simplesmente uma informação confiável, uma referência documental, a recuperação de uma orientação anterior, o conhecimento de como determinada situação já foi resolvida em outra região, ou a uniformização de terminologias diferentes utilizadas para a mesma prática.

Nesse sentido, o Colegiado funciona como importante centro de referência dos conhecimentos relacionados aos Devas, reservando os procedimentos institucionais correspondentes às situações que efetivamente demandem decisão.

23. Preservação do conhecimento

Outro desafio importante é impedir que o conhecimento dos Devas permaneça exclusivamente na memória de determinados mestres. Uma organização nacional precisa transformar experiência em memória institucional, o que envolve documentar orientações, preservar atos anteriores, registrar alterações, organizar acervo, manter histórico de procedimentos, registrar decisões colegiadas, identificar versões de documentos, preservar emissões e referências, e formar novos Devas.

A experiência de um mestre deve poder beneficiar aqueles que virão depois dele — é exatamente nesse ponto que tradição e organização documental deixam de ser conceitos opostos: documentar é também preservar.

24. Princípios de atuação

A partir da documentação e da finalidade atribuída ao Colegiado, destacam-se alguns princípios fundamentais de sua atuação:

Serviço — o conhecimento do Devas colocado a serviço do mestrado;

Harmonia — soluções que fortaleçam, e não fragmentem, as estruturas da CGTA;

Respeito — preservação das atribuições próprias do Conselho de Arcanos, Presidentes, Coordenadores e demais responsáveis;

Consulta — ouvir aqueles que possuem conhecimento e experiência sobre determinada matéria;

Integração — aproximar Devas, templos e regiões;

Padronização — construir referências comuns quando a uniformidade for necessária;

Formação — transmitir conhecimentos às novas gerações;

Preservação — proteger documentos, registros, orientações e a memória dos trabalhos;

Responsabilidade — tratar adequadamente as informações confiadas aos Devas;

Cooperação — buscar coletivamente aquilo que melhor contribua para o desenvolvimento dos trabalhos.

25. Síntese institucional

Considerando o ato fundador e o conjunto documental pesquisado, uma definição institucional equilibrada pode ser apresentada da seguinte maneira:

O Colegiado de Devas da CGTA, instituído em 10 de janeiro de 2020, é uma instância de integração, estudo, orientação, organização e cooperação dos Filhos de Devas, voltada às matérias relacionadas aos Devas e ao Castelo dos Devas.

Sua atuação busca preservar e transmitir conhecimentos, promover a formação e integração dos Devas, aproximar as diferentes regiões e contribuir para a padronização da linguagem e dos procedimentos em âmbito nacional, respeitando as particularidades dos templos e das regiões.

Em sua atuação, mantém relação harmônica e colaborativa com o Conselho de Arcanos da CGTA, Presidentes dos Templos, Coordenadores Regionais da CGTA, Devas Coordenadores Regionais, Devas dos templos e demais estruturas doutrinárias, tendo como princípio fundamental o serviço ao mestrado e à Doutrina do Amanhecer.

Mais do que uma estrutura destinada a deliberar, o Colegiado constitui um espaço permanente de consulta, estudo, compartilhamento de experiências, preservação da memória e construção coletiva de referências capazes de contribuir para a unidade e o contínuo aprimoramento dos trabalhos dos Devas.

26. Dados históricos consolidados

Informação Registro documental

Denominação Colegiado de Devas

Instituição Coordenação Geral dos Templos do Amanhecer – CGTA

Data de criação 10 de janeiro de 2020

Presidente da CGTA no ato Mestre Wilson Alves Pereira – Adjunto Olaran

Responsável pela formação inicial Mestre Francisco Romeiro – Adjunto Eganaro

Diretor Secretário signatário Mestre Elizan Roriz – Adjunto Opedário

Relação institucional estabelecida na criação Subordinação ao Conselho de Arcanos

Ingresso após formação inicial Decisão do próprio Colegiado

Orientações aos templos Assinatura do Coordenador e de mais um membro

Campos expressamente mencionados na criação Filhos de Devas, Castelo dos Devas, Devas Comandantes de Rituais, Cadastro Geral, acervo, Falanges Missionárias, emissões, cantos, entre outros

Integração tecnológica determinada no ato Compartilhamento do Cadastro Geral – CAGEDI com o SiME

27. Composição atual do Colegiado

Nome completo Ministro Cavaleiro

Leonardo Loubak Martins (4º Filho de Devas dos Templos do Amanhecer) Atoro Fegano Verde

Marco Aurélio Elias Alves (7º Filho de Devas dos Templos do Amanhecer) Uraçã Falato Verde

Agostinho Roberto Costa Callegaris Atamor Fegato Verde

Marcos Fillipe Rocha e Silva Itarone Feriton Verde

Marcos Jose Barbosa Hitupan Feganario Verde

Marcos Leandro de Souza e Silva Amorã Facy Verde

Fontes

Ato de criação do Colegiado de Devas (10/01/2020) — documento institucional

"Critérios para Consagração de Filhos de Devas" — documento institucional da CGTA

Documentação sobre o Curso de Devas e sobre Devas Coordenadores Regionais — acervo institucional

Orientação sobre prefixos das Falanges Missionárias (03/09/2021) — comunicado interno da CGTA

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